Segurança e progressão
Para formação, primeiros voos e pilotos que priorizam comportamento passivo.
GUIA DO PILOTO
A certificação orienta. Seu histórico, frequência, peso e objetivo definem a escolha.
PASSO 01
Antes de comparar planeio ou velocidade, seja honesto sobre sua frequência de voo, as condições em que costuma decolar e o nível de pilotagem ativa que domina.
ENTENDA AS CLASSES
Para formação, primeiros voos e pilotos que priorizam comportamento passivo.
Do Low-B acessível ao High-B de performance. A experiência exigida varia muito dentro da classe.
Parapentes mais dinâmicos para pilotos frequentes, com pilotagem ativa consolidada.
Máxima eficiência para pilotos muito experientes e competidores.
PASSO 02
É tudo o que sai do chão: piloto, roupa, capacete, selete, reserva, instrumentos, mochila, água e o próprio parapente.
PASSO 03
Arquitetura híbrida que reduz linhas na parte externa e combina eficiência acelerada com comportamento acessível para a categoria.
Duas fileiras principais de linhas para menor arrasto e controle eficiente pelos tirantes traseiros. Exige experiência específica.
Alças para controlar pitch e direção acelerada pelos tirantes traseiros, preservando melhor o perfil do que frear.
Construção leve favorece caminhada e viagem. Materiais robustos toleram melhor uso intenso e ground handling frequente.
COMPARE COM CONTEXTO
Veja a linha UP organizada por formação, progressão, hike & fly, XC e competição.
DÚVIDAS IMPORTANTES
É a soma do piloto, roupa, capacete, selete, reserva, instrumentos, mochila, água, acessórios e do próprio parapente. É esse total que deve ser comparado à faixa homologada do tamanho.
Não. A classe EN-B reúne propostas bastante diferentes, de Low-B acessível a High-B de alta performance. Frequência de voo, pilotagem ativa e histórico importam tanto quanto a letra da certificação.
A posição na faixa influencia comportamento, velocidade e dinamismo, mas não existe uma regra única para todos. O modelo, o tamanho, as condições habituais e a recomendação do fabricante precisam ser avaliados em conjunto.
O 2-linhas reduz fileiras para diminuir arrasto e permite controle traseiro eficiente, mas exige experiência específica. O 2.5-linhas usa uma arquitetura híbrida que busca eficiência com uma proposta mais acessível dentro da categoria do modelo.
Não. Desempenho só é útil quando o piloto mantém controle, margem de segurança e frequência compatíveis com o equipamento. A escolha responsável começa pela experiência real e pelo tipo de voo praticado.
A escolha final deve considerar nível técnico, frequência de voo, faixa de peso e orientação de instrutor ou revendedor especializado.
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